Conteúdo e Bem-estar

Causas e consequências da Crescente Falta de Comunicação entre os Médicos de UTI

09-01-2011 11:27

Os problemas na saúde brasleira são bem mais graves do que se imagina, porém assoluções são simples e eficazes e podem salvar vidas. Basta que haja união entre os setores envolvidos. Mádicos e profissionais de enfermagem.

 Num estudo feito por um grupo ligado ao hospital Moinhos de Vento e à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, foi revelado que a falta de comunicação aumenta o número de mortes em UTI.

A AMIB - (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) tem como prioridade uma companha lançada para aumentar a segurança nestas unidades.

Um dos ítens da cartilha é dedicado a essa questão segundo o coordenador da campanha Álvaro Réa Neto e percorrerá várias capitais.

Esta comunicação mínima se dá pelo ambiente lotado de pacientes críticos, falta de rotina e a correria dos profissionais.

Estes problemas são enumerados da seguinte forma:

1- Falta de encontro entre profissionais envolvidos;

2- Atrasos em procedimentos;

3- Retirada de ventilação mecânica;

4- Técnicas de prevenção da trombose venosa profunda;

5- Dificuldades que os membros mais jovens têm de questionar os mais velhos e visões diferentes de condutas dentro da equipe.

O médico Cassiano Teixeira diz que "a rotina ideal é àquela em que todos os participantes do caso conseguem se reunir em algum momento do dia para discutir o caso". Mas, segundo ele, isso nem sempre acontece.

Unidades com dez leitos têm, em média, 2 médicos e 2 enfermeiros por turno, 8 técnicos de enfermagem e 2 fisioterapeutas.

 

 

Fonte: Amib e Folha Uol.

Imagem: Internet

 

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